segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Epístola à Igreja de Cristo no Brasil


Estive pensando: e se um dia o apóstolo Paulo pudesse escrever uma Epístola à Igreja de Cristo no Brasil?  O resultado abaixo é fictício, mas alguém tem alguma dúvida de que seria diferente do que passamos a apresentar?

CARTA DE PAULO AOS CRENTES NO BRASIL
Paulo, apóstolo, não da parte de homens, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai a todos os santos e fiéis irmãos em Cristo Jesus, que se encontram em terras brasileiras, graça e paz a vós outros.

Exortações à Igreja
Rogo-vos para que não haja partidos entre vós. Mas vejo que é isso que está ocorrendo, pois uns dizem: sou de Malafaia; outros, pertenço a Macedo; Outros de Waldomiro, outros ainda, de Soares; e outros de Feliciano; Quem é Malafaia? Quem é Macedo? Quem é Soares? Quem são eles? Por acaso Cristo está dividido? Teria algum deles o monopólio da salvação? Não são neles que devemos postar nossos olhos, mas em Cristo, o único que morreu por nós. Vejo que ainda sois meninos na fé, já que o propósito de cada um tem sido buscar bênçãos para si, visando os próprios interesses e não o fortalecimento do Corpo. Digo-vos que a maior benção já vos foi concedida na cruz quando fostes resgatados da morte e das trevas. Agora, aprendam a viver contentes e dai graças a Deus por tudo.

Sinais e Prodígios
Assim como os judeus pediam sinais em minha época, há muitos dentre vós que só pensam em prodígios e maravilhas: fazem correntes e marcam hora para as curas se efetuarem, e eu já havia advertido aos irmãos de Tessalônica que tão somente orassem o tempo todo, pois apenas Deus é quem sabe a hora de atender. Eu mesmo deixei Trófimo doente em Mileto, o amado Timóteo foi medicado enquanto esperava o Senhor curar sua gastrite, e Epafrodito adoeceu terrivelmente chegando mesmo às portas da morte. Por que entre vocês no Brasil seria diferente?

Outras admoestações
Tenho tomado conhecimento por meio da ação profética dos poucos irmãos que ainda repudiam e denunciam a apostasia em vosso meio, que no Brasil estão fazendo rituais para amarrar demônios e declarar que as cidades do Brasil são do Senhor Jesus. Nunca vistes isso em mim e em nenhum momento em Cristo. Pelo contrário, preguei o evangelho em Éfeso, mas a cidade continuou seguindo a deusa Diana. No Areópago de Atenas riram e zombaram de minha pregação, e poucos aceitaram a palavra do evangelho; como eu iria dizer que Atenas era do Senhor Jesus? Em Corinto, a prostituição continuou a dominar a cidade, e em Roma, as orgias e as dissoluções da família até se intensificaram no decorrer dos anos. Dizer que Roma pertencia ao Senhor Jesus seria uma frase que levaria ao engano os poucos irmãos verdadeiramente convertidos. Na verdade muito me esforcei e fiz de tudo para salvar a alguns em Cristo. Nunca ensinei a reivindicar territórios, mas tão somente orava a Deus que me abrisse uma porta para pregar a Palavra. Eu vos recomendo uma vez mais a que se lembrem de como procedi, demonstrando meu desejo de ganhar as almas para Cristo não através de “declarações proféticas” ou de “amarrações de principados”, mas orando pelas almas e principalmente pregando-lhes o evangelho de nosso redentor Jesus.
Cuidado com os falsos apóstolos. Há muitos homens gananciosos aparecendo no meio de vós no Brasil, dizendo que são apóstolos e criando hierarquias para exercer domínio uns sobre os outros, coisa que nunca aceitei e jamais preguei. Por que tanta preocupação com títulos? Por que ninguém se contenta em ser chamado simplesmente servo? Pois isso é o que realmente importa. Porventura a igreja brasileira esqueceu-se das Palavras do Mestre registradas em  “Mateus 20:26,27 “Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo;”?
Saibam, pois todos os filhos de Deus brasileiros que entre vós há muitos obreiros fraudulentos travestindo-se em apóstolos de Cristo. Já vos advertira que depois da minha partida, entre vós penetrariam lobos vorazes que não poupariam o rebanho de Cristo. Acaso não se lembram disso também?

Sobre os dons espirituais
Soube que muitos estão preocupados com os dons. É verdade que eles são importantes, mas o Espírito concede a cada um conforme melhor lhe convém. Tenho percebido que valorizam principalmente os dons sobrenaturais – como falar em línguas, visões, curas e revelações – e esquecem que ensinar bem as Escrituras, administrar com zelo as coisas de Deus e promover socorro aos necessitados também são dons espirituais. Mas o que eu quero mesmo é que estejais buscando para suas vidas o fruto do Espírito. De nada adianta ter fé suficiente para curar pessoas, transportar montes e expulsar demônios, se ficam devorando uns aos outros, se não têm amor, se provocam rixas e intrigas entre si e dão mau testemunho.
Soube também que em nome da busca e da manifestação desses dons, muitos praticam verdadeiras loucuras em pleno santuário de adoração a Deus, pregam histerias, gritam nos púlpitos, pulam, sapateiam, caem pelo chão, imitam animais, dão gargalhadas e escandalizam os de fora, em vez de ganhá-los para Cristo. O que fizeram vós com tudo que recomendei em I Coríntios 14:26-30? Não está em vossas Bíblias? Ou simplesmente decidiram aceitar apenas o que lhes convém? Se aos Coríntios eu afirmei que eram carnais, não posso dizer outra coisa de vós.

Ofertas ao Senhor
Quanto às ofertas e sacrifícios, já falei por carta: no primeiro dia da semana, cada um separe segundo sua prosperidade. Nunca fiz leilão de bênçãos do Senhor, desafiando o povo a ofertar começando com 10 moedas de ouro até chegar ao que tinha um denário. Alguns fizeram uso de peças de vestuário minhas e de Pedro para que os enfermos fossem curados, mas isso acontecia em circunstâncias específicas e nunca em troca de ofertas materiais. O único sacrifício aceitável por Deus já foi feito na cruz pelo seu Filho Jesus, entendam isto brasileiros. Quando Deus me der oportunidade de visitar-vos quero conhecer os que estão se enriquecendo com o Evangelho e enfrentar-lhes face a face. A piedade jamais pode ser fonte de lucro e se continuarem nessa sórdida ganância haverão de sofrer muitas dores e muitos se perderão eternamente.

A busca da verdadeira maturidade
É imprescindível que manejem bem a Palavra, pois chegou ao meu conhecimento que esta é uma geração tão ignorante nela que estão sendo enganados por lobos vorazes, que trazem enganos e sofismas, e a esses, de boa mente, vós tolerais. Uma multidão de novos fiéis tem sido formada em vosso meio sobre a base de um falso evangelho, e isso muito me preocupa. Lembrem-se que quando preguei em Beréia o povo consultava a Palavra para ver se as coisas eram de fato assim. Por que não fazeis vós o mesmo? Por que aceitais em vosso meio novas revelações, unções e visões? Porventura envelheceu o evangelho para que outro se fizesse necessário? Acaso estaria incompleta a Palavra de Deus, para que necessite do aperfeiçoamento de revelações complementares, oriundas de apóstolos questionáveis? Ora, os ardis de satanás vêm sempre disfarçados na pregação de um anjo de luz. Vejo que entre vós há muitos acréscimos e deturpações daquilo que falei. Admoesto-vos a que não ultrapasseis o que está escrito, ou graves serão as consequências em vossa vida espiritual e destino eterno.

As saudações pessoais
Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos; cuidado com os que pervertem a simplicidade do evangelho e o transformam em balcões de negócios, propondo barganhas com Deus e convencendo as mentes fracas a crerem numa mentirosa e diabólica associação entre fé e prosperidade. Afastai-vos deles, porque esses tais não servem a Cristo, e sim a seu próprio ventre e interesses pessoais. 

A bênção
Suportem dignamente a cruz de Cristo, que muito em breve há de vir buscar a Sua Igreja. A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós no Brasil. No amor de Cristo, nosso eterno Salvador!


domingo, 9 de agosto de 2015

MENSAGEM PARA O DIA DOS PAIS


Chegamos ao mês de Agosto, e como é costume neste mês, comemoramos o Dia dos Pais. É um momento especial onde nos reunimos como família para almoçar juntos e presentear os pais. Todavia, gostaria de deixar esta mensagem aos pais no sentido de que pudéssemos refletir sobre o que Deus espera de nós como pais. Pensei em alguns pais cujas histórias estão relatadas na Bíblia, histórias das quais podemos tirar lições para nossa responsabilidade paterna atual.
Quero começar com Abraão. Certamente Abraão foi uma influência muito positiva na vida de seu filho Isaque. Ensinou-o a temer a Deus e também lhe ensinou preciosas lições sobre a fé. Todavia, uma coisa que me chama muito a atenção em relação à vida de Abraão e que terminou sendo uma influência negativa da vida de seu filho, foi o fato de por duas vezes Abraão ter mentido, dizendo ser Sara sua irmã, quando na verdade era sua esposa (Gn 12.10-20; 20.1-18). Embora possivelmente Isaque ainda não fosse nascido quando Abraão mentiu quanto à sua esposa Sara, esta atitude de Abraão foi uma influência negativa da vida de seu filho. Isaque deve ter ficado sabendo deste comportamento de seu pai, pois anos depois, submetido a uma situação de pressão, Isaque imitou seu pai cometendo o mesmo erro, ou seja, mentindo sobre o fato de Rebeca ser sua esposa (Gn 26.6-11). Através deste exemplo podemos ver como os filhos imitam os pais em suas ações, tanto positivas como negativas.
Outro pai interessante foi o patriarca Jacó. Teve doze filhos, e seu erro, que lhe custou muita dor, foi o fato de dar preferência a um de seus filhos, no caso José, em detrimento dos outros. Por causa desta preferência de Jacó em relação a José, os irmãos de José, tomados de ciúmes, o venderam como escravo ao Egito, e simularam sua morte para o pai Jacó que por muitos anos sofreu a perda do filho, achando que este estivesse morto (Gn 37.2-35). Esta história é uma lição para nós hoje. Nós pais, devemos evitar a parcialidade paterna, ou seja, devemos amar a cada um de nossos filhos da mesma maneira, evitando dar preferência para um em detrimento de outro, sob pena de sofrermos muitas dores no futuro.
O exemplo de Josué como pai, é o exemplo do líder do lar que está decidido a levar sua família a servir ao Senhor. Em seu discurso buscando levar o povo a renovar sua Aliança com Deus, Josué disse: “… escolhei hoje, a quem sirvais … Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). Infelizmente, temos visto hoje muitos pais que não estão nem um pouco interessados em conduzirem suas famílias de forma firme no sentido de servirem ao Senhor. Esta atitude certamente trará tristes resultados no futuro. Como precisamos de homens com a atitude de Josué em nossos dias!
Samuel, também nos traz uma história a ser considerada. Quando criança, Samuel foi usado por Deus para repreender o sacerdote Eli quanto à maneira errada que ele criara seus filhos e quanto ao fato de como Eli era negligente em relação aos pecados de seus filhos (1 Sm 3.1-18). Todavia, embora Samuel tenha sido um grande profeta, sacerdote e juiz em Israel, Samuel caiu no mesmo erro que o Senhor lhe tinha usado para repreender o sacerdote Eli, ou seja, falha na criação de seus filhos (veja 1 Sm 8.1-3). Que como pais, tomemos este exemplo e não venhamos a falhar na criação de nossos filhos para evitarmos dores futuras. Devemos criar nossos filhos na disciplina e admoestação do Senhor (Ef 6.4).
Permita-me agora falar sobre Jó, um pai exemplar, um pai sacerdote. Jó é o exemplo de um pai intercessor, que sempre se preocupava com o bem estar espiritual de seus filhos diante de Deus, um pai que orava e clamava por seus filhos. O texto bíblico nos diz: “… chamava Jó a seus filhos e os santificava; levantava-se de madrugada e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles … Assim o fazia Jó continuamente” (Jó 1.5). Que à semelhança de Jó, nós como pais possamos ser intercessores de nossos filhos e verdadeiros sacerdotes de nossos lares!
Quero encerrar esta reflexão, lembrando de um pai que representa o próprio Deus, que deve ser nossa inspiração máxima com pai. O pai do filho pródigo, da memorável parábola contada por Jesus, é o exemplo de um pai amoroso, gracioso e perdoador (Lc 15.11-24). Apesar de seu filho tê-lo desprezado, pedindo sua parte na herança antes de seu falecimento, e tê-lo abandonado, gastando todo o seu dinheiro de forma dissoluta, o pai esteve de braços abertos para recebê-lo de volta e perdoá-lo quando o filho voltou arrependido. Esta história ilustra o amor de Deus para conosco, que está sempre pronto a nos receber de volta, mesmo depois de nossos desvios. Que como pais, procuremos imitar o pai do filho pródigo, ou seja, imitar o próprio Deus: que sempre estejamos de braços abertos para acolher nossos filhos e ampará-los em seus momentos de necessidade, de vergonha, de dor e até mesmo de desvio. Que o Senhor Deus nos ajude a sermos pais segundo o seu coração. Feliz Dia dos Pais e que Deus nos abençoe!

Pr. Ronaldo Guedes Beserra.


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

A Lascívia

por Ronny E. Hinds

Dela, pouco se fala.  Ao lermos o texto, passa despercebida.  Talvez achemos difícil pronunciá-la. Deve ser realmente terrível, perversa, corrupta.  Mesmo ao pronunciá-la, sentimos que precisamos do famoso sabão na boca para limpá-la.  Na verdade, é o poço do pecado.
Se você se sente assim com respeito a essa palavra, então fico contente.  É pelo menos um indício de que a sua vida não está sendo corrompida pela lascívia.  Isso porque a lascívia opõe-se diretamente à vergonha do pecado.  É o pecado que se esqueceu de como "ficar vermelho".  É um procedimento desavergonhado ­ sem limites, sem impedimentos, avançando apressadamente sem restrições.  Se alguma vez você montou um cavalo em disparada, talvez você entenda o sentido disso.  A todo vapor, fica extremamente difícil controlá-lo.  Ele corre, avançando para onde quer.
Paulo nos passa essa acepção da palavra quando escreve:  "Os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução" (Efésios 4:19).  São aqueles que perderam a capacidade de "sentir" o grau da gravidade de seu pecado.  O pecado deles não os incomoda mais, e pouco lhes importa quem tome conhecimento.  A Versão Revista e Atualizada usa a palavra "insensíveis".  Examinando o contexto desse texto, podemos observar expressões como:  a vaidade dos pensamentos, obscurecidos de entendimento, ignorância, dureza de coração.  Claramente, a pessoa não está pensando com clareza.  O discernimento entre o certo e o errado ficou escurecido e o pensamento enganoso tomou o comando.  Isso no fim resultará na incapacidade de enxergar o erro. Parecerá que está bem, e aceitável ­ "todo o mundo faz".
A palavra carrega a noção de "licença". Ela transmite a idéia de que uma pessoa dissoluta é alguém que crê ter o direito de fazer o que faz. Em Gálatas 5, Paulo levanta a questão da liberdade. "Para a liberdade foi que Cristo nos libertou" (5:1). Mas ele adverte: "Não useis da liberdade para dar ocasião à carne" (5:13). Liberdade não é libertinagem. Liberdade implica policiar-nos ­ restringindo-nos, controlando-nos. Não há lugar para cavalos em disparada aqui.
Propositadamente evitei de fazer qualquer aplicação.  Agi assim porque quis pintar um quadro o mais abrangente possível do significado dessa palavra.  Claro está que sua aplicação encontra-se sobretudo no âmbito dos pecados sexuais ou sensuais.  É conhecida pelos seus companheiros: orgias, bebedices, promiscuidade sexual (Romanos 13:13); impurezas, fornicação (2 Coríntios 12:21); concupiscências (1 Pedro 4:3).  Mas não posso deixar de ressaltar que esses textos, assim como Gálatas 5, mostram pecados como contendas, ciúmes, iras, dissensões, facções, maledicências, difamações, arrogâncias, idolatrias.
Enfim, estou dizendo que a dissolução é a base de muitos pecados.  A dissolução, embora seja um pecado específico, deve ser vista como uma postura que temos para com os nossos pecados ­ sexuais ou de outra ordem.  Pode ser designada como uma postura "não-me-importa/não-quero-nem-saber".  O coração ciumento e a língua difamadora não encontram raízes na cegueira ilimitada no que diz respeito à culpa verdadeira desses pecados?  "Se eu fizer, não é fofoca."  O que semeia contenda e dissensão não tem a vaidade de pensamentos em que encontram apoio para agir como agem?  Não se envergonham desse procedimento desavergonhado.  São arrogantes e voluntariosos por causa da dureza de seu entendimento.  "O meu caso é justo."  O que fomenta a falsa religião nem pensa em redecorar a casa de Deus.  O cavalo segue solto, galopando!

É impressionante que, na tentativa de se livrarem da culpa e da vergonha, tornam-se escravos da pior espécie.  Enganados e seduzidos pelos seus desejos, são como escravos do barco amarrados aos remos de seus desejos ­ remando em direção às suas concupiscências.  Pedro fala dos falsos mestres que "proferindo palavras jactanciosas de vaidade, engodam com paixões carnais, por suas libertinagens . . . prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor" (2 Pedro 2:18-19).
Que devemos fazer?  Seria de grande ajuda fazermos um estudo cuidadoso e refletido de 2 Pedro 2.  Esse texto trata desse pecado mais que qualquer outro capítulo da Bíblia.  Também precisamos ouvir a Pedro em , quando diz que o mundo "estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão".  Nossas vidas devem ser diferentes.  Paulo afirma:  "Já é hora de vos despertardes do sono . . . deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz . . . Andemos dignamente . . . e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências" (Romanos 13:11-14).  Evitar esse pecado não acontecerá por acaso.  Requer consciência, esforço concentrado de nossa parte.  E, se nos encontrarmos envolvidos nele, devemos saber que podemos ser perdoados.  Arrependa-se! (2 Coríntios 12:21)


sexta-feira, 31 de julho de 2015

Regimento Interno das Igrejas Nova Esperança



MINISTÉRIO NOVA ESPERANÇA
IGREJAS EVANGÉLICAS PENTECOSTAIS NOVA ESPERANÇA

REGIMENTO INTERNO

CAPÍTULO I
Da Igreja

Art. 1º - A Igreja Evangélica Pentecostal Nova Esperança, doravante neste Regimento, denominada IGREJA, é uma Associação Evangélica sem fins lucrativos, com sede na cidade de Jequié – Estado da Bahia e que compõe-se de número ilimitado de membros, sem distinção de sexo, cor, idade, nacionalidade, tendo sido organizada em 07 de Setembro de 1982 e tem seu Estatuto registrado no Cartório Civil de Pessoas Jurídicas.

CAPÍTULO II
Do Estatuto (Autoridade da Igreja)

Art.2º - A Igreja é autônoma e soberana em suas decisões, não está sujeita a nenhuma outra igreja ou ordem eclesiástica, reconhecendo apenas a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, respeitando as autoridades constituídas na forma da Lei vigente no país, conforme manda a Bíblia Sagrada

CAPÍTULO III
Das Doutrinas dos Direitos e dos Deveres

Art. 3º - A Igreja adota como regra de fé e prática as Sagradas Escrituras do Antigo e Novo Testamento e doutrinas pentecostais: Batismo com o Espírito Santo, orações pelos enfermos, libertação dos oprimidos, expulsão de demônios, mantendo uma vida cheia do Espírito Santo e abster-se das coisas mundanas.

Art. 4º - São deveres dos membros da Igreja:
a)    As mulheres devem ter uma vida digna de ser louvada por Deus e por todos;
b)   As mulheres devem trajar-se com roupas decentes como as mulheres que servia a Deus, como Tabita e Ester (Atos 9: 36 a 38)

I- Usar calças compridas somente para o trabalho, para a escola (se exigido), para montaria (cavalo, moto) e para viagens.

II- Não é permitido usar roupas: tomara que caia, leg, lycra, shorts, costa nua, decote extravagante, alcinhas, brincos, pulseiras, anéis (exceto alianças e anéis de formaturas), piercing, correntes, pulseiras, tornozeleiras (dentro e fora da Igreja).

III- Não usar maquiagem exagerada, somente pintura básica (vale pra rostos, unhas e cabelos).

 IV- Não cortar os cabelos como de homens, somente aparar as pontas e/ou para saúde dos cabelos

c)    Os homens devem ter uma vida transparente, trajarem-se honestamente, respeitarem para serem respeitados, se comportarem na igreja e fora dela como homens de Deus, tendo vidas consagradas e cheias do Espírito Santo; Ser um exemplo no lar.

I- Aos homens, não é permitido usar calções, bermudas e shorts (exceto para banho, esporte e dormir), cabelos longos e barbas crescidas.

II- Não é permitido usar brincos, pulseiras, anéis (exceto alianças e anéis de formaturas), piercing, correntes, pulseiras, tornozeleiras (dentro e fora da Igreja).

III- Os jovens e os adolescentes terão as mesmas obrigações acima citadas e mais, não poderão namorar pessoas descrentes (somente da mesma fé, independente de ministérios).

Art. 5º - São deveres dos Obreiros:

a)    Qualquer membro que for separado para o Ministério terá que manter-se fiel a Deus e em seguida, aos Estatutos e a este Regimento;
b)   O Obreiro que ferir qualquer clausula dos mesmos será punido e perderá o direito de exercer suas funções;
c)    Cabe ao Obreiro ser dizimista, ofertante, ser exemplo dentro e fora da igreja, ensinar não somente com as letras, mas também com a vida. Ter o nome limpo no comércio e na justiça (serão avaliados casos a casos);
d)   Ao Obreiro que comentar aleatoriamente os assuntos abordados nas reuniões convencionais, será disciplinado das suas funções pelo período de 01 (um) ano;
e)    O Obreiro que faltar duas ou mais reuniões consecutivas, sem justificativas ou sem aviso prévio, será punido por trinta dias das suas funções, com reincidência, três meses.

Art. 6º - São deveres dos pais:

a)    Educar seus filhos na disciplina e comportamento da igreja;
b)   Não devem bater em seus filhos na igreja e sim, reclamar;
c)    Não deixará os filhos correndo, brincando ou conversando na igreja;
d)   Não será permitida alimentação e/ou lanches dentro da igreja (exceto para os bebês de colo e mamadeiras). Os pais devem alimentar os filhos em casa antes de vir para a igreja;
e)    Participar da Escola dominical e incentivar seus filhos a virem também;
f)     O Pastor não tem nenhuma obrigação, nem os obreiros de cuidar dos seus filhos na igreja principalmente em dias de festas (e sim auxiliar), cabendo aos pais ensinar os seus filhos e prepará-los para o futuro.

Art. 7º - É responsabilidade do membro em suas faltas comunicar, ao Pastor ou a qualquer pessoa responsável pela igreja (obreiros), onde está e as suas condições (se enfermos, internados ou viajando).

Art. 8º - São direitos dos membros:

a)    Se preparar para servir à Igreja como membro ou participar de qualquer função dentro ou fora da Igreja;
b)   Votar e ser votado para a carreira ministerial ou qualquer outra função eclesiástica;
c)    Para exercer essas funções ou quaisquer outras atividades tem que se manter fieis nos deveres a cumprir;
d)   Obedecerem aos Estatutos e ao Regimento Interno, bem como a direção.

Art. 9º - Direitos gerais:

a)    É direito dos membros o servir a Deus, à Pátria;
b)   Para qualquer membro ou obreiro que se candidatar a qualquer cargo político deve se afastar de suas funções na Igreja. Durante o período e depois da campanha eleitoral, ele será avaliado pelos seus atos e testemunhos como cristão.

CAPÍTULO IV
Da categoria de membros, da regra de fé e da santa ceia

Art.10º - A Igreja tem duas categorias de membros:

a)    Comungantes – São os membros batizados nas águas, dizimistas e ofertantes, que obedecem aos Estatutos, as ordenanças da igreja, bem como o Regimento Interno;
b)   Não Comungantes – São os filhos impúberes dos membros e os não batizados nas águas.

Art. 11º - Da Regra de Fé:

a)    Temos como regra de fé, crer no Senhor Jesus Cristo, crer no Pai, crer no Espírito Santo; cremos que há três pessoas distintas, que ambas trabalham juntas em prol da nossa salvação e na ajuda espiritual e nos trabalhos que executamos na igreja;
b)   Cremos no batismo com o Espírito Santo, o temos como guia espiritual, como professor e como aquele que nos dá forças;
c)    Cremos em Jesus Cristo como Senhor, Salvador, Libertador e Mestre;
d)   E cremos no Pai como o Grande Arquiteto do mundo e das nossas vidas.

Art. 12º - Da Santa Ceia:

a)    Somente poderão participar da Santa Ceia os membros que estiverem em plena comunhão com Cristo e com a Igreja; que estejam com a vida digna de exaltar e glorificar o nome do Senhor;
b)   Qualquer membro que nos visite e que esteja em comunhão com Deus e com a igreja onde congrega;
c)    Não poderão participar da Santa Ceia: os membros faltosos, não dizimistas (exceto os que não têm recursos), os que trabalham e que tenham qualquer cláusula que o impeça de participar.

CAPÍTULO V
Das Disposições Gerais e Transitórias

Art. 13º - Das Disposições Finais:
a)    O membro que deixar sua igreja sem comunicar, indo para outra igreja sofrerá correção; com a reincidência será advertido verbalmente ou por escrito (tendo seus direitos caçados); segunda reincidência - será eliminado do rol de membros;
b)   O membro que se afastar pelo período de trinta dias sem que tenha justificado, entrará em disciplina de acordo com a sua infração;
c)    Esses direitos e deveres também se aplicam aos Obreiros, pois terão que ser exemplos e ter responsabilidades como está escrito na carta aos Hebreus 10.25, perseverando na sua congregação, assistindo, cooperando e zelando para que ela cresça;
d)   Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos em Assembleia Geral.

Art. 14º - Este Regimento Interno foi elaborado para reger todos os órgãos internos da igreja. Qualquer agressão a este Regimento sofrerá correções e até expulsões, pois isto é necessário que para a segurança e permanência deste, depende do respeito e cumprimento conferidos a ele. É necessário que todos os membros da Igreja estejam conscientes de que este regimento lhe protege, dá segurança e estabilidade.

Art. 15º - O presente Regimento Interno entrará em vigor a partir do dia 1º de janeiro de 2012 conforme assembleia Geral convocada para esse fim, revogadas as disposições em contrário.


Ministério Nova Esperança
Jequié-Bahia, 15 de Novembro de 2011.





Milton Silva
PASTOR PRESIDENTE

DA CONVENÇÃO NACIONAL

domingo, 19 de julho de 2015

4ª aula da Escola Bíblica Dominical

LIÇÃO 4 – O DESCUIDO COM AS OVELHAS
TEXTOBIBLICO BÁSICO – Salmo 23.1-6   /   Ezequiel 34.4,5

TEXTO AUREO: “Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido” – JO. 10.14

SUBSÍDIO PARA O ESTUDO DIÁRIO:

Segunda-feira – João 10.1-8
Terça-feira – João 10.27-29
Quarta-feira – Lucas 15.3-7
Quinta-feira – Tito 1.5-11
Sexta-feira – Efésios 4.11-16
Sábado – Salmo 27

COMENTÁRIO

Palavra Introdutória
Uma das maiores interessantes comparações feitas por Deus na Bíblia é aquela em que Ele identifica os seus filhos como as ovelhas (João 10.14; Salmo 95.7). Ele mesmo é o grande pastor das ovelhas (Hebreus 13.20; Ezequiel 34.31) e providencia as pastagens adequadas, nutritivas e de descanso para nós (Isaías 40.11; Ezequiel 34.15).

1.CARACTERÍSTICAS DA OVELHA

A ovelha é um animal resistente, suporta grandes intempéries e variações térmicas no calor ou no frio. Por essa razão, é adaptável a diferentes regiões do mundo. Esses animais se alimentam da erva que encontram por onde pastam, com a característica de não estragarem o pasto, que pode ser reutilizado ciclicamente em poucos dias depois de os alimentarem.

1.1  As ovelhas precisam de cuidados

Assim como as ovelhas no campo, o povo de Deus, o rebanho do Senhor enfrenta diversos problemas e dificuldades no dia a dia, o que requer cuidados especiais e constantes do seu pastor (Salmo 23.1).

1.1.1.   A ovelha fraca
É o crente que está raquítico, desmotivado. Tudo está ruim para ele, anda murmurando. Não acompanha o ritmo dos demais e acaba desanimando de seguir com o rebanho, ficando pelo caminho.

1.1.2.   A ovelha doente
Enquanto o crente fraco murmura, o doente geme. Precisa de remédio especial que só pode ser encontrado na Palavra de Deus. As doenças podem ser simples ou complexas, podem ser físicas, como uma enfermidade, emocionais, como resultado de um trauma ou decepção, ou mesmo de cunho espiritual, como resultado de um ataque maligno.

1.1.3.   A ovelha quebrada
Pode ter sido agarrada por um lobo (problema, crise, inimigo, sofreu uma queda, etc) que não a despedaçou porque ela conseguiu se desvencilhar, mas deixou sequelas. Assim é o crente que venceu uma luta ferrenha, mas ficou com sequelas, ou caiu e precisa de ajuda para levantar-se e tornara a andar.

1.1.4.   A ovelha desgarrada
Esse crente está fora do aprisco, desapareceu da Igreja e não participa mais das atividades em que era até mesmo assíduo. Perdeu o rumo, perdeu a direção e se embrenhou pelo mundo. É costume vermos, em nosso meio, a crítica sobre alguém que estava na igreja e se afastou. A Bíblia ensina que devemos buscar e tornar a trazer, para o rebanho, a ovelha que se desgarrou (Lucas 15.21-24). Estamos fazendo isso?

1.1.5.   A ovelha perdida
Dessa ovelha, as igrejas têm se ocupado bastante através da obra de evangelização. Mas, aqui vai um alerta para a obra missionária que muitas vezes não é encarada como Jesus exigiu em Sua Grande Comissão: “ide por todo o mundo” (Marcos 16.15).

1.2.        Cristão – “supercrente” ou “ovelha”?

A partir dos anos 90, difundiu-se, no Brasil, a doutrina da prosperidade, oriunda de um movimento que surgiu nos Estados Unidos. A base dessa doutrina é a “confissão positiva” ou “palavra da fé”, segundo a qual o cristão, sendo filho do Rei, deve experimentar uma vida constante de perfeita saúde física e emocional, além de muita riqueza, sendo que qualquer sofrimento é indicativo de uma impureza na sua vida, pecado ou falta de fé. Dessa forma, o cristão maduro e abençoado tem sempre a marca da prosperidade.

O crente “ovelha” está sujeito às diversas intempéries da vida, aos problemas, às doenças, à escassez de recursos, perseguições, que cremos, podem ser afastadas pela potente mão do nosso Deus, cujas mãos estendidas para libertar seu povo.

Devemos ter equilíbrio para reconhecer que Deus pode, sim, realizar milagres e operar de forma extraordinária e até mesmo instantânea em nossa vida, mas segundo a sua vontade e no tempo determinado por Ele (Eclesiastes 3.1-8).

2.O PASTOR DE OVELHAS

O pastor de um rebanho de crentes não chega a essa posição por ambição pessoal, por respeito, honra ou interesse próprio. Trata-se de um homem que recebeu uma chamada divina para cuidar do Seu Povo (Atos 13.2; I Coríntios 12.28; Efésios 4.11). Os rebanhos não lhes pertencem, pois são propriedades do Senhor. O pastor, certamente, terá que prestar contas de tudo o que fizer (Hebreus 13.17).

2.1. Os maus pastores

Em Ezequiel 34.1-31, o profeta repreende os maus pastores de Israel, relacionando pecados graves cometidos contra seu povo, que são alertas para os pastores em toda época:

·         alimentam-se a si próprios em vez de alimentarem as ovelhas (v. 2, 8);
·         comem a gordura, se vestem da lã e degolam as mais tenras, mas não as apascentam (v. 3);
·         não fortalecem as fracas (v. 4);
·         não curam as doentes (v. 4);
·         não atam as ligaduras às quebradas (v. 4);
·         não saem em busca da que se desgarrou do rebanho (v. 4, 6);
·         não se preocupam com as ovelhas perdidas que vagam no mundo (v. 4, 6);
·         oprimem as ovelhas que se sujeitam aso seus cuidados (v. 4);
·         em vez de amorosos são duros e ríspidos no tratamento dos problemas das ovelhas (v.4);
·         espalham as ovelhas pelos campos, pois não sabem agrega-las no aprisco (sua igreja) (v. 5);
·         sujeitam as ovelhas à destruição pelo inimigo (v. 5, 8);
·         Comem e bebem do melhor, deixando resto para as ovelhas (v. 18, 19).

2.2. O mercenário

Esse tipo de pastor se aproxima das ovelhas com o espírito de ganância e de oportunismo, para engordá-las apenas com o intuito de vende-las posteriormente ou se alimentar delas.

2.3. Os pastores aprovados

O verdadeiro pastor de ovelhas deve estar habilitado para conhecer o estado em que se encontram suas ovelhas (Provérbios 27.23ª), bem como os pastos adequados que fornecerão alimento saudável e descanso para suas ovelhas, o que significa apascentar (Atos 20.28). Deve ter o preparo espiritual e divino para fortalecer o crente fraco, curar o doente, ligar o quebrado, buscar o que se desgarrou e procurar os perdidos.
Honremos, sujeitemo-nos e obedeçamos aos nossos pastores, dando-lhes condições para que possam viver com sua família do fruto do seu trabalho (Lucas 10.7).

3.AS PROVISÕES DO SALMO 23


O salmo 23 foi escrito por Davi, um homem que conhecia muito bem ovelhas, pois, quando moço, cumpriu de forma brilhante o ofício de pastor de ovelhas, defendendo-as heroicamente (Salmo 78.70,71; I Samuel 17.34-36). Nesse Salmo, são realçadas provisões sobrenaturais para o rebanho, em atendimento a todas as necessidades e em todas as áreas da vida, supridas por Jeová.

3.1. Osa nomes explicitados no Salmo

O Senhor é meu Pastor (Jeová-Rahá); nada me faltará (Jeová Jireh); Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas (Jeová Shalom).
Refrigera a minha alma (Jeová Rafha). Ele me cura e faz com que minha alma seja sarada e restaurada com a sua graça. Guia-me pelas veredas da justiça por amor o seu nome (Jeová Tsidkenu), (v. 3). Ele me dirige por caminhos de justiça, por caminhos retos, pelo caminho da verdade (João 14.6), satisfazendo minhas necessidades de direção.
(Jeová Shammah). O Deus que está presente e me sustenta em todas as minhas necessidades emocionais, quando passo por medo, angústias e decepções (v.4).
(Jeová Nissi),  Aquele que atende minhas necessidades físicas e de libertação (v. 5).

4.JESUS, O BOM PASTOR

Deus é o Senhor e dono de todas as ovelhas. Ele mesmo é a entrada para o aprisco celestial (João 10. 1,2 e 9), dirigindo o seu povo com paz e segurança. Israel foi guiado e amparado no deserto como ovelha (Salmo 77.20; 78.52).

4.1. Conhece cada ovelha

No oriente, os pastores dão nomes às suas ovelhas, assim como nós damos nome aos animais domésticos e de estimação. Cada ovelha reconhece seu próprio nome e vem quando é chamada pelo seu pastor, mas não reconhece a voz de outro que não seja o seu pastor e não obedece à chamada.

4. 2. Dá proteção e paz

O refúgio onde as ovelhas poderiam passar a noite em segurança, protegidas dos ataques das feras, eram abrigos naturais aproveitados, quando existia um pasto cercado por rocha.

4.3. Lidera o rebanho

Os pastores sempre iam à frente de suas ovelhas, liderando-as para chegarem a um bom pasto e águas correntes. Não do lado, nem no meio, nem atrás. Jesus nos guia e nos leva em segurança para o aprisco celestial (João 10. 1,2,9).

4.4. Resgata suas ovelhas

Jesus nos envia às ovelhas perdidas, e Ele mesmo contou uma parábola onde ilustrou seu grande amor pela ovelha perdida, em Lucas 15.4-7.

5.PERIGOS QUE RODAM A IGREJA

·         A troca do estilo de ovelha pelo supercrente.
·         Se não nos colocarmos na posição de ovelhas, estaremos insensíveis às dificuldades que surgem no nosso caminho e que podem atingir qualquer ovelha do rebanho.
·         Se o alimento adequado, as ovelhas perdem as forças.
·         A ovelha desgarrada precisa ser buscada com amor.
·         Os lobos são falsos profetas que trazem alimento estragado (falsa profecia) para adoecer as ovelhas.
·         Quando não oramos ao Senhor, corremos o risco de não termos pastores segundo o coração de Deus.
·         Ovelhas sem pastor ficam aflitas e são presas fáceis do inimigo.
·         Não podemos deixar de orar constantemente pelos nossos pastores.

CONCLUSÃO

Para que as ovelhas cresçam e produzam, é necessário que recebam alimento saudável.
Ao que tudo indica, muitos pastores, ultimamente, não estão alimentando seus rebanhos com a salutar Palavra de Deus.
Mas, àqueles a quem Deus confiou seu rebanho, serão cobrados pelos bons serviços prestados.


(Estudo extraído da revista Lições da Palavra de Deus – Jovens e Adultos – Nº 17, ano 5

. Comentarista: Pr. Samuel Malafaia)